Meta suspende estudo interno que apontava danos das redes sociais à saúde mental

O que o estudo revelou

Um relatório interno da Meta Platforms mostrou que usuários que deixaram de usar o Facebook ou o Instagram por uma semana apresentaram melhorias significativas em indicadores como ansiedade, solidão e comparação social. O documento fazia parte de um projeto chamado internamente de “Project Mercury”.

A interrupção da pesquisa

Apesar dos resultados sensíveis e potencialmente desfavoráveis à empresa, a Meta decidiu suspender o estudo. A investigação, realizada em parceria com uma empresa de pesquisas, foi arquivada após constatar que os usuários que se afastaram das plataformas relataram reduções relevantes nos sintomas negativos — algo que poderia gerar consequências de imagem e de regulação para a companhia.

Consequências e implicações

A interrupção da pesquisa reacende o debate sobre transparência e responsabilidade das grandes plataformas digitais em relação aos impactos na saúde mental dos usuários. Especialistas afirmam que esse cenário reforça a necessidade de supervisão mais rígida sobre os efeitos que redes sociais podem causar, especialmente entre jovens e adolescentes. A Meta, por sua vez, nega ter tentado ocultar dados e declara que o estudo possuía limitações metodológicas.

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